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Sala Edelvira Marques
Alguns registros da sala em homenagem a Edelvira Marques; Edelvira Marques de Moraes Barros foi uma renomada professora, historiadora, jornalista, vereadora (1958-1963) e acadêmica imperatrizense, falecida em 2007. Destacou-se como autora do livro “Eu, Imperatriz” (1972), a primeira obra sobre a história da cidade, e teve papel fundamental na definição de símbolos municipais.
Principais Destaques:
Historiadora Pioneira: Publicou em 1972 o livro “Eu, Imperatriz”, considerado a primeira obra a documentar a história da cidade.
Atuação Pública: Foi vereadora em Imperatriz entre 1958 e 1963.
Cultura: Participou ativamente na escolha do hino, bandeira e brasão do município.
Acadêmica: Foi integrante e fundadora da Academia Imperatrizense de Letras (AIL)
A seguir alguns trechos das primeiras páginas do seu livro, “EU, IMPERATRIZ”, em que a história de Imperatriz é narrada na primeira pessoa; O nome de Edelvira Marques simboliza muitas boas coisas relacionadas com a educação e cultura de Imperatriz. Foi ela quem introduziu o estudo da História de Imperatriz nas escolas e entre os curiosos de conhecimento desta extraordinária cidade maranhense. Antes, era apenas o conhecimento vivo sobre a epopeia da construção da rodovia Belém-Brasília, que transformou a pequenina cidade tocantina na pujante metrópole que se tornou a partir de 1972, quando Edelvira escreveu Eu, Imperatriz. Nada, ou quase nada, sabíamos sobre a história antiga da cidade, principalmente a população adventícia que se tornou majoritária no período pós-Belém-Brasília
Batismo
Eu havia crescido para todos os lados e as novas ruas e praças não tinham nome. O fiscal Feliciano Cavalcante, de mapa em punho, numerava ruas e quadras. Não era o sufici-ente para evitar a confusão.
Em 21 de abril de 1959, a Câmara dava nome ao aero-porto, à Praça Tiradentes, à Avenida Eixo e às ruas paralelas, bem como às duas primeiras ruas paralelas à rua Simplício Moreira.
Também havia crescido rumo norte e as duas últimas travessas além da Praça do Meteoro foram batizadas.
Mais tarde, o prefeito endereçou um projeto à Câmara no qual dava o nome de estados brasileiros às quatorze ruas transversais à avenida Getúlio Vargas.
Denominou também as praças: Brasil, Cel. Lino Teixei-ra, 7 de Setembro (mais tarde loteada por outro prefeito) e Boa Esperança, também loteada.
Todas essas denominações perduram até hoje e você po-derá facilmente reconhecê-las no mapa do fim do livro.
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