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Patronos
01 - Souza Lima - Patrono cadeira 1
Souza Lima é nome de rua em Imperatriz. A rua não é grande. Começa na beirada da Floriano Peixoto, na Nova Imperatriz, e desemboca na Leôncio Pires Dourado, que por sua vez, acaba no “beiço” da BR-010. Num rápido voo mental panorâmico percebe-se que a rua não é tão grande, como é a Ceará, mas a extensão é suficiente para imortalizar o nome desse importante vulto da literatura maranhense, agora sem nenhuma dúvida histórica, nascido em Imperatriz em 1889, mais precisamente no dia 15 de agosto. Ele também aformoseia com seu nome, uma escola municipal, na Vilinha.
02 - Parsondas de Carvalho - Patrono cadeira 2
03 - João Nogueira Rego –Patrono cadeira 3
04 - Cândido Mendes; patrono cadeira 4
Neneca Motta Mello (Sebastiana Vicentina da Motta Mello), filha, neta, bisneta e tataraneta e fazendeiros descendentes de portugueses, nasceu no dia 20 de janeiro de 1930, na Fazenda do Quilombo (dos avós paternos), município de Passa Quatro, “cidade presépio”, aos pés da serra da Mantiqueira, Minas Gerais.
Ensinaram-lhe leitura e escrita aos cinco anos de idade, quando recebeu do pai a assinatura da revista infantil O Tico-Tico, na primeira década ditatorial de Vargas.
Fez os estudos primários no Grupo Escolar Presidente Roosevelt, em sua cidade natal. Depois, estudou no “colégio das freiras”, cuja diretora-geral era Ma-mère Rose, francesa. Aí fez o curso de adaptação para, em seguida, iniciar o curso Normal (magistério), sempre ao lado da irmã Yvonne, inseparável companheira de infância e dos anos de internato no colégio. Desejosa de continuar os estudos em São Paulo ou no Rio de Janeiro, não obteve a permissão do pai, vendo, assim, abortado o sonho de ser advogada e jornalista.
Professora desde os 18 anos, ensinou crianças a ler e a escrever nas cidades paulistas de Delfim Moreira, Andradina, Murutinga, Planalto e Campinas.
Por duas vezes fez vestibular: um em Andradina, para Pedagogia, e outro na PUC de Campinas, a fim de realizar o sonho maior de sua vida: formar-se em Letras Neolatinas. Ambos os cursos foram interrompidos por insistência do marido, temeroso que ela se descuidasse da sua casa e dos filhos.
Em Andradina, onde nasceram seus filhos e conheceu a grande Cora Carolina, escreveu para o Jornal a Região e foi sócia-diretora da Escola Infantil Chapeuzinho Vermelho, em parceria com a renomada professora Hilda Pagnani.
Neneca só ingressou na universidade aos 40 anos, em fevereiro de 1970, na PUC de Campinas (SP), no curso de Letras Neolatinas, sendo aluna do famoso professor Sampaio, mestre da Língua Portuguesa. Em Campinas, contrariando o marido, a duras penas, frequentou, durante dois semestres (três aulas por semana), juntamente com a amiga escritora Arita Pettená, um curso de jornalismo ministrado pelo jornalista Enildo Pessoa, sob o patrocínio da Folha de S. Paulo. Ainda nessa cidade, escreveu durante muitos anos na “Página Feminina” do Diário do Povo e no suplemento infantil “O Diarinho”. No Correio Popular, na página “Ciranda”, a convite do poeta Maurício de Moraes, teve publicados seus versos e contos relâmpagos.
No Diário do Povo participava, mensalmente, de encontros literá-rios com conhecidos escritores e poetas, tais como Fernando Sabino, Ignácio de Loyola Brandão, José Geraldo Vieira, Lígia Fagundes Teles, Guilherme de Almeida e Hilda Hilst.
Mais tarde, no Maranhão, escreveu “Bilhetes de Imperatriz”, publicados, durante alguns anos no jornal passa-quatrense (MG) Correio da Serra, da sua irmã Maria Aparecida da Motta Pereira Leite.
No jornal O Progresso, de Imperatriz, aonde chegou em 1986, editou por vários anos a página “Mulher & Cia”. E, na televisão, fez aparições diárias, desde 1990, apresentando um quadro do mesmo nome.
Aos 67 anos, publicou seu primeiro livro, intitulado A Casa da Esquina, uma “colcha de retalhos” (contos, crônicas, versos e artigo).
Deixou o Maranhão, retornando para o interior de São Paulo (Serra Negra), onde continuou a publicar seus escritos em jornais e dedicou-se, ainda à pintura.
Faleceu no dia 2 de abril de 2016 em Campinas (SP), tendo sido seu corpo enterrado em Serra Negra (SP), ao lado do túmulo do marido
05 - Vítor Gonçalves Neto - Patrono cadeira 5
José Bonifácio Cézar Ribeiro (Zeca Tocantins) nasceu no dia 14 de maio de 1958 na cidade goiana de Xambioá (hoje Tocantins). Filho de Raimundo Lopes Barras (paraense de Cametá) e de Martinha Cézar Ribeiro (maranhense d São Raimundo das Mangabeiras).Em 1963, aos cinco anos, veio com a família para Imperatriz, onde cursou o primário, o curso ginasial e o Ensino Médio.
Autodidata, dedicou-se especialmente a estudos das expressões culturais e literários da Região Tocantina. Por profissão, é cantor e compositor, tendo militado também no jornalismo. No entanto, tem maior destaque na poesia, podendo ser definido como um dos mais autênticos e originais poetas da região. Suas poesias são como arquivos compactados: guardam, em pequeno espaço, um mundo de belas mensagens.
Participante ativo dos movimentos culturais de Imperatriz e região, integrou em 1977, o movimento teatral imperatrizense, inicialmente como ator e, depois, como escritor e diretor de peças. Montou vários espetáculos teatrais e escreveu as peças “Imperatriz por um triz”, “Mistérios do Bico”, “Amigo tem que ser amigo”, “Colhedor de sonhos” e “De cara Brasil”.
É membro fundador da Associação Artística de Imperatriz (Assarti), da qual foi presidente; do grupo teatral DARC (defensores das Artes Cênicas) e do Grêmio Recreativo Voluntários do Samba. Foi presidente do Sindicato dos Músicos da Região Tocantina.
Participou de vários festivais de música, sendo vencedor de alguns. Gravou os discos Cio do Homem (LP, 1993), Terreiro de todo canto (CD, 2001) e Mestiço (CD, 2002), e participou de várias coletâneas fonográficas.
Como produtor cultural, criou o Projeto Gira, em que promovia shows musicais aos bairros; o Projeto Plateia, que levava alunos da rede pública ao teatro; a Semana Imperatrizense do Livro, com o objetivo de promover a interação entre estudantes e escritores; o Festival de Música de Imperatriz (FMI); em que são mostrados, comercializados e apresentados diversos produtos e manifestações artísticas da cidade. Produziu, ainda, shows, discos e revistas cifradas de músicas de artistas locais e apresentou o programa de rádio “Via alternativa”.
Em 1991, recebeu o Troféu GRULI de Literatura, pelo livro Calumbi.
Em 2000, recebeu o Prêmio Literário AIL, da Academia Imperatrizense de Letras.
Em dezembro de 1999, foi agraciado pela Câmara Municipal de Imperatriz com o título de “Cidadão Imperatrizense”.
É verbete no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. OBRA PUBLICADA:
- Columbi (poesias, 1991)
- Moinho (poesias, 1993)
- Dez Contos de Pulinário (contos, 1994)
- Gotas de sol (poesias, 1997)
- Caminhos de nós (poesias, 1999)
- Bonzeiros (poesias, 2001)
- Colhedor de manhãs (poesias, 2003)
- Terra de sapo (cordel, 2003)
- Pequeno ensaio sobre cultura, criação e arte (ensaio, 2006)
- Dialética do silêncio (poesias, 2008)
- O outro lado da ponte (crônicas, 2010)
- Curandeiras (poesias, 2012)
- O último trem (poesias, 2015)
06 - Raimundo de Moraes Barros- Patrono cadeira 6
Domingos Izaías Cezar Ribeiro nascei em Xambioá (TO), no dia 6 de junho de 1956, mas estabeleceu-se com a família em Imperatriz (MA), em dezembro de 1963, depois de ter morado em Marabá (PA). Fez seus estudos primários em Imperatriz, no Grupo Escolar Governador Árcher (1964) e no Grupo Escolar Estado de Goiás (1965 a 1968). O curso ginasial, na Escola Técnica de Comércio (1969 a 1971), em Imperatriz, e o curso Médio na Escola Rui Barbosa (1977 a 1979), em Açailândia.
Depois de ter publicado vários livros, retornou à sala de aula e graduou-se em Administração de Negócios, na Universidade Estadual do Maranhão –UEMA (2004). Fez pós-graduação em Gestão Empreendedora pela Faculdade Atenas Maranhense – Fama (2004-2005) e, depois, cursou pós-graduação em Ciências Biológicas, na UEMA. Jornalista provisionado, escritor, romancista, articulista, cronista, contista e poeta cordelista. Tem dez livros publicados e uma peça teatral (“O Renascimento”, 1978). Participou da coletânea 150 anos de Imperatriz abordando o tema “Sindicalismo”, que também é sua área. Ambientalista e “comunista de carteirinha”, é membro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no Maranhão.
Ocupou os cargos de Assessor de Imprensa e chefe de gabinete da Prefeitura de Marabá (PA), Diretor de Setor de Preservação de Meio Ambiente e assessor de comunicação da Prefeitura de Açailândia (MA). Foi, durante anos, assessor de imprensa da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim) e da Associação Comercial e Industrial de Açailândia (Acia). Atualmente, é coordenador de jornalismo da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Imperatriz e assessor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Estrada de Ferro do Maranhão, Pará e Tocantins (Stefem). Domingos Cezar é filhos de dona Martina Cezar Ribeiro e do pescador Cametá (Raimundo Lopes Barra, já falecido), um dos pescadores mais experientes de Imperatriz e região, de quem herdou o amor pela natureza, de maneira especial, o rio Tocantins e seus afluentes. É pai de Léia Ribeiro Mubarack, Cezar Júnior, Elizângela, Ana Carolina, Ricardo Henrique e Martinha (Martha Rikelli).
OBRAS PUBLICADAS:
- Imperatriz após a Revolução (romance / documentário, 1984)
- Migrante (romance, 1986; 2. Ed.: 2005)
- Viagem ao Tocantins e Araguaia (documentário, em parceria com o marabaense João Brasil Monteiro, 1998)
- Açailândia: uma fase de corrupção no poder (cordel, 2001)
- Francisco Rodrigues de Sales, o nosso Chodó. (Biografia, 2001)
- Maranhão do Sul (cordel, 2002)
- Imperatriz: 150 anos (coautor; coletânea da AIL, 2002)
- O velho Marujo (contos e poesias, 2003)
- Plano de Governo do PC do B (cordel, 2004)
- Alerta, rio Tocantins (cordel, 2007)
- Ecologicamente pensando (poesias, 2009)
07 - Zeca leda; patrono cadeira 7
08 - Dom Marcelino Bícego; patrono cadeira 8
09 – Thucydedes Barbosa; patrono caderno 9
10 – Adozinda Luzo Pires; patrona cadeira 10
11 – Francisco Ayres; patrono cadeira 11
12 – Juscelino Kubitscheck; patrono cadeira 12
13 – Othon Maranhão; patrono cadeira 13
14 – Odolfo Medeiros; patrono cadeira 14
15 – Nélson Maranhão; patrono cadeira 15
16 – Mourão Rangel; patrono cadeira 16
17 – Souza Bispo; patrono cadeira 17
18 – Luzi Ayres; patrona cadeira 18
19 – Amaral Raposo; patrono cadeira 19
20 – Dunshee de Abrances; patrono cadeira 20
21 – Joca Rego; patrono cadeira 21
22 - Carlota Carvalho;patrona cadeira 22
23 - Alfredo de Assis Castro; patrono cadeira 23
24 - Toshiaki Saito;patrono cadeira 24
25 - José Queiroz;patrono cadeira 25
26 - Ruy Carvalho;patrono cadeira 26
27 -Paula Ribeiro;patrono cadeira 27
28 - Viana Guará;patrono cadeira 28
29 - Moisés da Providência;patrono cadeira 29
30 Edgar Cavalcante;patrono cadeira 30
31 -Vicente Sales;patrono cadeira 31
32 - Lysias Rodrigues;patrono cadeira 32
33 - Frei Manoel Procópio;patrono cadeira 33
34 - Raimundo Braúna;patrono cadeira 34
35 - Fortunato Moreira Neto;patrono cadeira 35
36 -Antenor Bogéa;patrono cadeira 36
37 - Eloy Coelho Neto;patrono cadeira 37
38 -Alcides de Carvalho;patrono cadeira 38
39 - Socorro Cabral;patrona cadeira 39
40 - Curt Nimuendaju;patrono cadeira 40
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